Nome: Laetitea Idade: 32 Signo: Escorpião Naturalidade: France (régionLorraine) Nacionalidade: Franco-portuguesa Altura: 179 cm Olhos: Verde Cabelo: Louro Residência: Estoril (Portugal) / Esch-sur-Alzette (Luxembourg) Familia: Pai português (Norte) - mãe francesa (Lorraine) Irmãos: 0 Desporto: Natação, tenis, pesca desportiva Cor: Preto (negro) Instrumento: Piano Idiomas: francês (língua mãe) ; português (fluente) ; castelhano (fluente) ; inglês (escrito e falado) ; italiano (razoavel).
OUTRAS ACTIVIDADES EXERCIDAS (Portugal):
- Manequim (Porfírios 2004; 2006)
ORIGENS:
"O meu pai, ferrenho português, apaixonou-se pela França. A minha mãe, francesa chauvinista, não resistiu aos encantos de Portugal. Foi preciso eu chegar para que esta trapalhada toda obtenha uma simples explicação! Fisicamente falando, rejeitando as triagens (Marxistas ou não) alusivas às mercadorias, recuso-me ser avaliada pela aparência! Dotada de uma genética psíquica - essencial ao devenvolvimento social - et outros valores (primordiais) orgulhosamente herdados, é neles eu pretendo reflexão e justiça."
TRABALHO:
"O valor profissional de um indivíduo está directamente relacionado com o desenvolvimento do sentido de responsabilidade e espírito de iniciativa. Estas duas atitudes só são possíveis, em grande parte, através do exercício da profissão apoiado em estudo e reflexão! Existem nos três canais nacionais de televisão, profissionais extremamente competentes. Quando se colabora com uma das estações, temos o dever de a valorizar, realçar e prestigiar dignamente sem nunca pisar o respeito pelas outras. Esta é a única fórmula eficaz quando se pretende alcançar a reconhecida superioridade. Aliás, puxar o tapete do vizinho nunca foi ou é obra de quem vence (com mérito)! Todo o sucesso duradouro de um ser humano, seja no que for, fica igualmente pendente desta exigente e nobre condição."
POLÍTICA:
"Cumpro sempre os meus deveres cívicos portugueses e franceses. Não os subvalorizo nem sobreponho nenhum deles. Tenho a profunda ambição de ver Portugal e França desenvolvidos, sem nunca recorrer à fome dos seus filhos. Desenvolvimento implica impreterivelmente um povo bem tratado."